quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Estudante


Bom, povos e povas! (hehe) É amanhã!!! 
Finalmente está chegando o momento que eu esperei por todos esses anos: Minha formatura! A colação de grau é amanhã, meio dia (é... nesse horário "super bom" mesmo, que não dá pra quase ninguém ir  :-/ mas td bem)... 
Tô com as unhas feitas, sem ideia do que vou usar por baixo daquela beca kkkk e acima de tudo, com um baita frio na barriga. 
Enfiiiim... vamos que vamos, né?! O mais difícil já foi, com ctz. 

Ontem postei o clipe da música que escolhi para minha entrada na colação (Roar, Katy Perry - postei aqui também), e disse que iria colocar hoje minha história de "eterna estudante" e falar mais da minha luta contra a ansiedade e depressão com relação aos estudos. Então aqui vai: 

Foi no segundo colegial. Bom, no meu primeiro segundo colegial. 
Aquele foi um dos anos mais difíceis e ao mesmo tempo, um dos anos mais maravilhosos da minha vida. Na primeira parte do ano eu tive uma das minhas primeiras crises de depressão profunda. Faltei mais de um mês porque não conseguia sair da cama. Quando voltei para a escola, meus colegas me receberam na sala com uma salva de palmas (muitos deles estão no meu Facebook e eu agradeço eternamente pelo apoio naquele momento). Foi naquele ano que eu conheci aquela que se tornaria a escolha de uma vida: A Psicologia. Tiveram que me medicar por um tempo. Mas foi a terapia que me ajudou a desenterrar minha cabeça da carteira e fazer vários amigos inesquecíveis. Melhorou tanto meus dias que acabou me influenciando muito quando tive que escolher uma profissão. 
Mas, voltando para o meu (primeiro) segundo colegial. 
Aquele dia em específico não estava sendo um bom dia. Tinha uma prova de Química. Por todo um contexto que ficaria grande demais para contar aqui, eu estava completamente despreparada. Não sabia nada mesmo. Ou pelo menos é assim que eu me lembro. Se eu fecho meus olhos consigo ver a cena... a sala de aula, as carteiras, os colegas em volta. E em close, bem na minha cara, aquela prova. Não consigo dizer todas as coisas que passaram na minha mente na hora. Só consigo lembrar do sentimento de pânico e total desespero. O resto é história....daquelas que as pessoas jamais te deixam esquecer. Peguei a "bendita" prova e saí em disparada. Ninguém conseguiu parar o meu eu de 15 anos enlouquecido fugindo do COC. Ainda na rua 1, RASGUEI a tal prova de química e joguei os pedacinhos ali mesmo na calçada. Eu, que nunca tive o atletismo como meu forte, passei correndo pelas ruas do centro Araraquarense (na verdade , fui bem além do centro, cheguei até a casa da minha amiga Graziela, no final da rua 36). 
Escolhi a cena mais dramática pra ilustrar o ponto central desse post: A escola sempre foi muito difícil pra mim. E por isso, por muito tempo eu achava que jamais iria fazer uma faculdade. 
Não é que eu não goste de estudar, pelo contrário, eu AMO aprender! Quando era beeem pequenina (hehe), acho que posso dizer que eu me encaixava mesmo naquele estereótipo de japinha inteligente. Comecei a tocar piano com 4 anos de idade, e a ler um pouco depois disso. No primário, sem mentira nenhuma, lembro de ler um livro (geralmente de literatura juvenil e não infantil) POR DIA. Na terceira série, quando cheguei na Coeducar, lembro do dia que fui escolhida como a melhor da classe. E não sei, aquilo mexeu um pouco comigo. Meus pais não eram de cobranças. Mas eu mesma passei a me cobrar. E comecei a ficar perdida.
 Na 4ª série entrei na recuperação pela primeira vez. E nunca mais saí (kkkk). 
Ano após anos estudar ficou cada vez mais difícil. Eu não conseguia prestar atenção, eu não conseguia fazer tarefas. Estudar se tornou aversivo. 
Na Coeducar a gente tinha aula de Filosofia. Por sempre ser a que mais participava, meus coleguinhas e professores me escolheram para o Encontro Infantil de Filosofia, no COC Ribeirão Preto. O que eles não sabiam é que justamente o fato de "filosofar tanto" desde tão cedo foi me trazendo sérias dificuldades. Eu pensava demais! Tenho diários. Muitos. Quando leio diários da infância e adolescência tenho vontade de voltar no tempo e pegar aquela Priscila no colo e dizer: "por que você pensa tudo isso? calma, menina!" hehehe enfim.... tendo uma predisposição genética para ansiedade e depressão dos dois lados da família, vejo hoje que não tinha mesmo muita escapatória. Fui uma criança e adolescente deprimida. Com o tempo percebi que grande parte daquela tristeza toda vinha de uma personalidade extremamente ansiosa. E claro que existiram outros fatores, mas muito dessa ansiedade e depressão estavam intimamente ligadas com minha dificuldade em ter uma vida escolar saudável. 
Era mais ou menos assim: Sofria eu de um perfeccionismo absurdo e um medo de fracasso paralisante. Achava que para estudar tinha que ser sempre aquela melhor aluna e conseguir ler tudo, fazer tudo, compreender tudo. Sem erros. Para fazer algo que não fosse perfeito... preferia fazer nada. E foi isso que fiz, muitas vezes. 
Não quis prestar vestibular quando terminei o colegial. Fiz um ano de Psicologia na UNIP. Mas se a escola já me trazia toda aquela ansiedade, a faculdade então só aumentou minha "fobia". Não consegui mais ir em aulas e provas e dessa vez não teve nenhuma volta à sala de aula com salva de palmas. 
Tirei o foco dos estudos e fiz outras coisas da minha vida... fiz uma missão religiosa, trabalhei em um hotel, e principalmente, cuidei da minha saúde física e mental. 
Levei 10 anos de terapia para conseguir acabar com meu pensamento de "Ou tudo ou nada". Enfim resolvi prestar o vestibular. Trabalhava praticamente o tempo todo, mas fiz um cursinho que meu primo Toninho me deu de presente.  Eu não tinha tempo de estudar. Mas estava determinada a fazer as provas pra pelo menos me familiarizar com o processo e diminuir os meus medos. No dia da segunda fase da UNESP eu tive uma crise. Minha mãe achou que eu não iria mais. Mas fui. 
Considerando tudo, eu tinha certeza que não tinha passado. Então eu fui procurar emprego em SP. No dia em que três empresas me ligaram pra dizer que eu tinha conseguido as respectivas vagas, veio a novidade: Passei em Psicologia na UNESP Bauru. Vocês já viram alguém recebendo a notícia de que entrou em uma Universidade? Essa pessoa chorou de alegria? Bom, eu imagino que sou a única pessoa que chorou sim, mas de PÂNICO! Entrei em desespero. Chorei de medo. Ponto. Minha prima Tata ficou me "consolando" pelo skype heheheh 
Bom, está ficando muito longo, então deixa eu acelerar isso aqui... 
Fiz um ano na UNESP Bauru (meu abraço pra tantas pessoas queridas que me ajudaram lá) e eu acredito que tenha sido o "destino" que trouxe uma transferência para a UFSCAR (e essa transferência foi toda uma outra novela, em resumo, me voltaram um ano - já estava difícil fazer em 5 anos, 6 anos então!). 
Nos primeiros anos me atrasei em algumas matérias. Os mesmos problemas de sempre... ansiedade me paralisando nos momentos mais inoportunos. Me impedia de ir nas aulas, me fazia perder os prazos, me deixava mal nas provas (mas pelo menos não saí correndo e nem rasguei nenhuma delas). Aproveito o momento para um recado especial pra quem estudou comigo (se algum deles passar por aqui). Vou usar uma analogia meio podre pra isso (perdão hehehe). Hoje fui na manicure (não posso me formar com as unhas feias, né?! kkk). O problema é que minha cutícula é muito fininha. Toda manicure tira sangue dos meus dedos. A mulherada sabe que o salão é um ótimo lugar pra bater papo. Mas as vezes eu fico tão concentrada em suportar a dor dos meus dedos pra não sair correndo (já sabemos do que eu sou capaz hehe) que eu não consigo socializar muito nessa hora. Eu amo conhecer e falar com as pessoas (não seria uma Psicóloga se não amasse), mas o ambiente escolar me deixa tão tensa (com o emocional tão frágil quanto as minhas cutículas) que muitas vezes eu tinha que concentrar toda minha energia em conseguir estar ali. 
Muitas vezes saí da sala para ter um ataque de pânico no carro. Muitas vezes fui para casa aos prantos. Nos fins de semestre passava mal de nervoso. Muitas vezes os professores aturaram meus ataques (felizmente eram todos Psicólogos e logo, capacitados para o momento). 
Cada semestre foi ficando menos difícil. Todos os estágios que fiz na UFSCAR me ensinaram muita coisa. Mas com certeza lidar com minha própria ansiedade com os estudos foi o que me ensinou mais nestes anos todos (7 anos - 3 primeiros anos de Psicologia  - Unip, Unesp, Ufscar , ou seja, só de primeiro ano eu já sou expert kkkk). 
As vezes encontro meus colegas do ensino fundamental e ensino médio. Muitos estão formados de velho. Alguns me perguntaram: "ah, você tá terminando o mestrado, doutorado"? e eu respondia: "não, primeira graduação mesmo", meio sem graça. Eu genuinamente fico feliz e orgulhosa de ver pessoas que cresceram comigo sendo médicos, professores, pilotos, tem de tudo. Mas já não me sinto envergonhada ou culpada de ter tomado um percurso um pouco mais demorado. A escolha por uma profissão acontece quando a gente ainda é tão jovem e cada pessoa tem seu próprio conjunto de circunstâncias. Com o tempo aprendi o quanto ainda precisamos ponderar sobre o processo de educação formal que temos hoje. Na faculdade estudei sobre o papel do Psicólogo na escola. Pela minha própria experiência sei que a Psicologia ainda pode ajudar muito os mais diversos estudantes. 
Espero que crianças e jovens (e não tão jovens) que sofrem com problemas psicológicos debilitantes recebam toda a ajuda que precisam para seguirem confiantes e terem a certeza de que elas podem sim aprender, crescer e superar suas próprias dificuldades. 
Espero que pais, professores e colegas consigam ter compreensão e compaixão por aqueles que estão travando verdadeiras guerras emocionais para conseguirem estudar. 
Espero que a Psicologia me proporcione oportunidades de ajudar pessoas assim. Não posso voltar no tempo e pegar aquela Priscila adolescente ansiosa no colo, mas sou grata pelas coisas que ela me forçou a aprender e espero usar tudo o que vivi para oferecer meu apoio para quem mais precisar. 
Se alguém leu tudo isso: meu muito obrigada! 
Torçam por mim para a ansiedade ficar controlada amanhã também! hehehe
Aguardem as fotos!  Uhuuuuu!



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ROAR

Para os colegas e familiares que talvez achem estranho uma pessoa de 29 anos escolher uma música da Katy Perry para um momento solene como a colação de grau: 
Dedico ROAR para duas das minhas mais antigas "amigas": A ansiedade e a depressão ("Ansinha" e "Dechata", se preferirem...) Por causa delas eu conheci e escolhi a Psicologia como profissão. E embora elas tenham dado esse empurrãozinho, as danadas chegaram muito perto de me impedir de começar, continuar e terminar o curso. 

Por conta delas, me dou sim o luxo de me ver como "my own hero" (ainda que com a ajuda de MUITA gente). Porque sei a guerra que tive que travar com aquela parte de mim que me fazia acreditar que eu era incapaz de sair da cama e viver, imagine só fazer uma faculdade.
Nos últimos anos de curso, finalmente consegui controlar melhor os ataques de pânico (passando de: "não consigo sair de casa" para no máximo: "vou ter que ficar uns minutos no carro respirando neste saco plástico"). 

Quando essa música saiu, em 2013, acabou se tornando meu grito de guerra todas as vezes que eu tive que "rugir" para Ansinha e Dechata saírem do meu caminho. Imaginava a colação de grau como o rugido final dessa fase e logo, não conseguia mais escolher outra música para o momento. 
Amanhã... na véspera de passar de "Priscicóloga" para Psicóloga, irei compartilhar um post que estou preparando sobre minha história como eterna estudante, nessa luta contra ansiedade e depressão. Meu intuito é oferecer meu incentivo e apoio para qualquer pessoa que sofra com algo parecido. Enquanto isso, deixo o som de ROAR expressar o meu sentimento nessa semana de grandes emoções.... 
 
(Sobre o clipe: eu sou absolutamente contra o uso de celulares no banheiro! hehe - sério... Emoticon unsure kkkk) 


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O cortiço

Eeitaaa nóis! hehe

Este blog está seguindo uma tendência egoísta... escrevo cada vez mais como (e quando) quero, pensando mais em deixar minha história guardada pra que eu mesma veja depois do que em compartilhar com outros. Mas se alguém passar por aqui... seja bem vindo e espero que goste! 
Por estar em uma das maiores fases de transição da minha vida (lembrando as cenas dos últimos capítulos: depois de uns quase 10 anos de faculdade, finalmente terminei o curso de Psicologia e então estou prestes a iniciar minha carreira profissional nessa área), tem muita coisa acontecendo aqui dentro desta cabecinha ansiosa. 
Minha intenção para os próximos meses e anos é trabalhar como uma condenada é trabalhar o máximo que conseguir (em quantidade e qualidade). Tenho muitos planos e sonhos e tentativas (com certeza muitas frustrações e lutas) por vir ainda. Então estou tentando usar esse período de "férias" pra preparar mente, corpo e espírito para esse novo momento. A indicação de "férias"  - ou seja, estou trabalhando menos nesse período de mudança de emprego e não tenho mais provas e trabalhos pra fazer (uhuuu!) - deve servir como dica de que obviamente este post terá vários problemas de formatação, ortografia e conteúdo, porque é difícil escrever quando a mente só quer relaxar hehe. 
Tenho dormido e acordado mais cedo, buscado preencher meu tempo com coisas que me inspirem, me divirtam ou simplesmente me ajudem a controlar a ansiedade. Aproveitando para descansar bem e cuidar da minha saúde física e emocional com mais atenção, já que tenho esse tempo. 

Terminei o ano passado com um post sobre a visita para a cidade natal do meu pai. Começo o novo ano (ok, ok, sei que já estamos quase em março... mas é começo de ano ainda, vai!) falando da cidade da minha mãe: Santos ( rá rá rá! hehehe). 

Desde criança, passei muitas férias em Santos. É um lugar muito especial pra mim. Minha mãe veio para Araraquara com 15 anos de idade. Ela, sua mãe e seus irmãos há muito tempo perderam seu sotaque santista. Ainda assim, acredito que a ligação com a cidade (tão importante na história do nosso país) continuou sendo algo importante pra nossa família (o amor pela broa de milho que tem lá e não tem aqui, por exemplo). 

Falando em importante, o primo da minha mãe,  Nilson, criou sua própria pequena família com a minha queridíssima Renatinha e o filho deles (nosso "bebê" que agora está maior que todo mundo), Dan. Ficamos na casa deles, no Morro da Penha, onde minha mãe foi criada. 
O Morro é um lugar um tanto peculiar... Minha vó toda vez fica abismada do quanto o lugar tem mudado com o tempo. No começo morava ali uma maioria de Portugueses (incluindo minha Bisavó Hilda e Bisavô Aníbal - pais da minha vó Guiomar). Toda vez que vamos no Morro a vó Guigui comenta que na época quem morava no Morro eram os donos das casas e que tudo era novo e bem cuidado. Com o tempo, segundo ela, os donos alugaram as casas para outras pessoas e - para a minha vó pelo menos, não tiveram o mesmo cuidado. Tem muitas casas boas (eu felizmente fico em uma com o ar condicionado reinando e as duas geladeiras cheias de comida hehehe)... mas também tem mesmo outras casas bem judiadas e muita gente vivendo uma realidade completamente diferente. 
Em cada ida para lá, consigo ver nos olhos da minha mãe e da minha vó que elas estão em uma viagem ao passado. E sempre refletimos juntas em como teria sido nossa vida se o Vô Santana não tivesse mudado a família de lá para o interior de São Paulo. 

Bom, graças ao marido de uma prima da minha mãe, tivemos a chance de visitar um lugar muito especial na história da nossa família. O local que serve hoje como Igreja e ong para as crianças e jovens do morro, um dia abrigou o cortiço em que muitos eventos importantes para a família Santana ocorreram: - o lugar em que meu vô Adelino (pai da minha mãe) nasceu, - o lugar em que ele conheceu a minha vó Guiomar e - o lugar em que eles viveram seus primeiros anos de casados (e onde minha mãe viveu seus primeiros dois anos de vida). 

Seguem algumas fotos e vídeos. Pra variar esse blogger podre não está abrindo todas as fotos do meu celular, mas coloco depois. Vou postar assim mesmo pra não procrastinar mais a tarefa hehe. Queria ter me disciplinado para escrever esse post logo que chegamos. Teria sido mais inspirado, porque realmente foi um momento especial. Minha mãe se emocionou muito em lembrar das visitas para a vó Dita (madrasta do meu avô) e como ela disse, de pensar que naquele mesmo chão pisaram seus avôs, seu pai e até ela mesma, quando criança.  

Do Morro da Penha é possível ver o Porto de Santos... a casa do Nilson e da Renatinha fica em um lugar do morro chamado mirante, que tem uma vista linda do Porto... coloco foto de lá outra hora. Nessa foto: a horta cuidada pelo marido da prima da minha mãe. Ele encontrou na terra várias louças, objetos (Exemplo: pinico hehehe) usados na época do cortiço.
Meus avôs moraram na casa de baixo e meu bisavô na de cima. Ambas eram divididas em quartinhos, onde viviam umas 9 famílias. 
Minha mãe disse que essa escadinha continua igual, ela vai até a cozinha (na época, cozinha da vó Dita). 
Paredes, portas e janelas continuam as mesmas. 
O chão também é o mesmo... como já disse, o chão em que tantos da nossa família pisavam, uns 60 anos atrás!
O lugar em que ficavam quartos (incluindo o do meu bisavô), agora serve para atividades das crianças. 
Vó Guiomar explicando que aquela janelinha era da cozinha dela. 
Cozinha que agora é banheiro. 
Onde havia um banheiro (dividido por 9 famílias! minha nossa! hehe), agora é um corredor externo. 



Mas ainda há vestígios do extinto banheiro. hehe
Naquela porta dos fundos (que estava trancada), o dono do cortiço fazia bailinhos. Foi em um desses bailes que minha vó Guiomar e o meu vô Adelino se conheceram... o resto, como dizem, é história. A nossa história, no caso.  



Essa era uma parte externa dos quartinhos. Agora é fechado. Cada porta tinha uma escada (ver fotos abaixo). 


Vó Guiomar em uma escadinha como tinha no seu quarto... ela lembrou de como descia correndo para tirar as panelas do fogo! hehe 
Izildinha, minha mãe... feliz e emocionada! Linda!
Essa última porta, era do quarto em que meu vô nasceu e depois de adulto morou com a esposa e o primeiro filho (depois mudaram para outro quarto). 

Tem mais um vídeo, da varanda em que minha vó estendia roupas... e fotos do salão da Igreja agora... o local em que meu vô nasceu e depois morou com minha vó e meu tio Adelson, serve hoje como o lugar da banda. O que eu achei muito bonito... porque ele era músico! Tocava na banda da polícia militar e com certeza parte do meu amor pela música veio dele. Vou tentar dar um jeito de colocar as fotos e vídeos que faltam aqui depois. 

Pra mim, pessoalmente, é extremamente valioso saber de onde viemos. Conhecer a nossa própria história. Foi um momento inesquecível e enriquecedor e fico feliz de poder deixar registrado aqui. 

Essa semana mais um capítulo se inicia para nossa família, a chegada do mais novo integrante: Pedro Henrique - filho do meu primo Bruno. 
Semana que vem tem a minha formatura! (fogos de artifício, por favor!) Enfim.. muitas emoções para os próximos dias. Logo volto e registro mais dessas emoções aqui. 

Minhas gnominhas em sua viagem ao passado... 







quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Post Atrasado: Santa Cruz do Rio Pardo

Anota aí a minha Resolução de Ano Novo: menos preguiça pra blogar. 
Quem sabe assim eu posto o que tenho pra postar na hora certa, não deixo a inspiração passar e faço umas montagens de fotos melhorzinhas. 
Mesmo com toda a preguiça de fim de ano, esses últimos dias em que a gente já se entrega de vez pra comilança (aqui representada por uma das coisas que eu mais amo nesse mundo: lamber a vasilha de massa de bolo crua kkk). 


Ainda assim, insisto na minha tentativa de atualizar um pouco esse blog. 
Teve algum dia aí - que eu já nem lembrava mais quando, mas o Facebook está me mostrando que foi em outubro, em que finalmente minha família e eu fizemos uma viagem que temos ensaiado há anos! Fomos para Santa Cruz do Rio Pardo, cidade natal do meu pai. 
Saímos de manhãzinha, passamos por Bauru (pra eu curtir uma nostalgia do meu primeiro ano de faculdade na Unesp, agora que finalmente estou acabando o que comecei lá) e depois de umas duas, 3 horinhas, nem lembro, chegamos em Santa Cruz. 
A cidade é bem mais bonitinha do que eu esperava! hehe Uma graça mesmo. 
Demos voltas de carro enquanto meu pai nos mostrava lugares como ruas em que morou (e que as casas não estão mais lá, afinal, mais de 50 anos já se passaram), escolas em que estudou, lugares que seus tios trabalharam, etc. 
Tenho que revelar as fotos e explicar certinho em algum diário de história da família. Mas por enquanto vai esse resumo fotográfico mesmo: 
Na estrada... mãe, vó guiomar, eu, nosso lanchinho de viagem hehe, Bá, pai... e tentativas de fotos dos lugares que eu lembrava da época em que morava em Bauru. 
Nessas fotos: Igrejas católicas que meu pai frequentava com a família - curiosidade: o nome do meu pai é Masahar, mas as pessoas o chamam de Paulo - os padres que batizavam os bebês na época que ele nasceu não aceitavam nomes japoneses e então davam um nome de batismo. / A tornearia que os seus tios trabalhavam ainda está aberta.
Meu pai na frente de duas escolas em que estudou. Meu asilo particular e eu
 na pracinha na frente de uma das escolas hehe



Como a cidade é pequena e a gente não conhece muita coisa lá, olhei num google para escolher algum lugar legal pra gente almoçar. Acho que foi no site do panelaterapia que eu vi um post sobre esse Graal ali perto. Indicava um sanduíche, que eu até pedi, mas trouxe pra comer em casa - porque a comida lá estava com uma cara boa também hehe. O posto é uma graça, um pouco fechado demais, mas tem muitas coisas decorando (a Monique disse que a Carolzinha ficou com medo dos bonecos quando elas foram lá hehe), achei bem charmoso. Vende também umas bebidas diferentes, como o tal Guaraná Jesus que eu já tinha ouvido falar muito e outros refris sucos menos comuns de se ver por aqui. Tem também ali um museuzinho e alguns painéis contando a história da cidade. 












Meus velhinhos adoraram rever objetos antigos dos quais eles ainda se lembram bem. "Tio Mimo tinha um desse"
"Ah em casa tinha esse", coisas assim. Eu AMO museus, adoro história, então mesmo um pequeno assim me deixa

encantada!


e
Meu pai ficou tão feliz com essa viagem! Porque é tão difícil ele sorrir pra fotos, mas
 nessa viagem ele sorriu em quase todas! hehe Guigui disse que arrumou um namorado e
a Bá caiu na risada também kkkk.




Em um dos primeiros posts desse blog eu falei de como eu gosto de viajar com meus velhinhos , então fica registrado mais um momento com eles. Sou grata por completar mais um ano tendo minha família do meu lado. Ainda não está claro o que 2016 me reserva, mas eles com certeza serão sempre a minha âncora, apoio, meu refúgio e fortaleza. 



Bom, deixa eu aproveitar aqui este penúltimo dia do ano, né?! 

Um ótimo finzinho de 2015 pra quem passar por aqui. 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

"E então é Natal..."

Desculpa, não tem como resistir um título desse kkkkk 

Bom, agora está confirmado: Estou formada! Saíram as notas no sistema da UFSCAR e foi a maior adrenalina esperar que cada professor colocasse o "aprovada" em cada disciplina! Minha família acompanhando toda a emoção até que finalmente saíram todos os resultados e eu claro, chorei. Na verdade, não sabia se ria ou se chorava. Foi muita felicidade e eu não estava acreditando muito. Fiquei esperando que a UFSCAR me mandasse um email dizendo: "Ah não, a gente esqueceu que você tem que fazer mais essa e essa matéria" kkkkk Estava tão incrédula que eu mesma escrevi pra eles dizendo: "Então, confirma pra mim, eu me formei mesmo?" Ao que a paciente secretária da coordenação do departamento de Psicologia, Alice, respondeu que sim! hehe 
Minha prima-irmã, Tata, muito querida me mandou até flores e chocolate (e viva a tecnologia e o mundo globalizado, que ela conseguiu contatar uma floricultura daqui, mesmo morando nos Estados Unidos). 


E então, agora finalmente posso dizer que passei de PRIscicóloga para Psicóloga!!! 
depois de longos 6 anos de faculdade (1 na UNESP e 5 na UFSCAR), acho que dá pra imaginar como eu tô CANSADA!!!! Não aguentava mais kkkkk Então já faz uma semana que tô de férias, mas ainda não descansei o tanto que estou precisando descansar. Por isso esses posts estão assim ainda pior do que o normal, um relaxo! hehehe Nem tô divulgando no meu face, fica pra quem passar espontaneamente por aqui e pra eu guardar na minha história da família também. 

Amanhã já é véspera de Natal!!
Eu amo fim de ano! Novembro já começo a ouvir músicas de Natal o dia inteiro, vejo o máximo de filmes de Natal possível e faço tudo pra entrar no clima. 
O problema é que aqui em casa não é todo mundo que partilha dessa minha empolgação, então muitas vezes eu acabo desanimando também. 
Minha amada tia Regina sabe bem disso e então esse ano ela me deu o maior apoio moral e financeiro pra eu não me deixar abater hehe Há anos nem árvore de Natal a gente monta, eu comprei uma uns anos atrás, mas logo sumiram com ela. Então a Régis e eu fizemos as compras de Natal juntas pra colocar um pouco do clima festivo nessa casa. Obrigada, tia! Por me entender e sempre me apoiar! (Obrigada também pra minha mãe, que também deu seu apoio financeiro, mesmo odiando o natal hehehe) 


Fizemos a festa nas Lojas Americanas e no André hehe a árvore parecia menor na loja, e eu tenho mó dificuldade de escolher qualquer coisa, inclusive cores. Acabamos com prata, vermelho e dourado (tamanha a dificuldade de escolher hehe), mas ficou lindo. Eu amei, pelo menos. Também comprei algumas coisinhas pra enfeitar meu quarto, porque sim. hehe                                            


Chegando em casa, a Aline estava aqui e como ela também adora toda essa coisa e tem mais prática do que eu... eu que ajudei ela a montar a  árvore e não o contrário.Rs. 
E dá muito trabalho organizar as fotos nestes blogger... então do jeito que sair, tá bom! 

                                                                   


(obs: sem paciência de editar/melhorar fotos também... férias, meu povo, férias! hehe) Amei nossa árvore! Vou ficar com saudades quando desmontar kkkk 

De resto... festinha de fim de ano da equipe UNS - e eu só tenho essa foto aqui e não vi se o pessoal compartilhou outras fotos. Fizemos um amigo secreto de chocotone, o meu ganhei da Professora Mônika com um embrulho tão lindo que me deu até dó de abrir, mas o que a gente não faz por um chocotone, né?! 


Agora é curtir o tempo com a família... Já fizemos aí uns programas de índio haha como esperar pela "carreta da alegria" do Papai Noel da Coca Cola... só demorou 5 horas só (passou perto de casa meia noite), pra durar 2 segundos e ser super sem graça (ah não, o Papai  Noel quase amassou o carro que estava perto da gente, jogando as balas todas nele,  essa parte foi engraçada kkkk) mas tudo bem, o importante é o tempo em família (mesmo quando crianças e adultos já não aguentam mais e vira aquela espera infernal que todo mundo se arrepende de ter ido hahaha). 


Todo ano a Igreja Nossa Senhora Aparecida aqui perto de casa também enfeita sua praça, e tem um estábulo com bichinhos de verdade. Teve menos bichos este ano, mas está bem iluminada. Uma pena que não consegui tirar uma boa foto do presépio com os bonecos, mas está bem  bonito também. 


Tentei, mas não consegui tirar uma foto boa dos pestinhas juntos: Luquinhas, Carol e Rebeca.


A Bianca não estava entendendo nada, mas adorou! Ela é só sorrisos! Linda! 




Mais uma tentativa de vídeo nesse Blogger podre... 

E é isso aí! Se algum gasparzinho passar por aqui: Feliz Natal!!! Que as famílias se divirtam muito juntas, que as pessoas aproveitem a época para ponderarem bastante, serem mais gentis, mais cristãs e para se prepararem para o presente que vamos receber: mais um ano! 

Acho que ainda vou colocar uns posts atrasados este ano, mas bom fim de ano pra todo mundo! (todo mundo quem? hehehe) 

Pra terminar, uma mensagem da fofíssima da Mafaldinha e os lindos vídeos de Natal da Igreja. 









(esse é meu favorito! gostei tanto!) 











segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

'Cê 'tá acabando, 2015! Vem cá, vamos fazer as pazes!

Eeeita!!!  QUE ANO!!! 

Minha primeira reação é dizer: que ano de cão! E por esse post do Buzzfeed Brasil, não sou a única.
Não sei se alguém ainda passa por aqui, mas se passar, acredito que agora vou conseguir blogar mais. Último ano de faculdade (espero né, tô esperando as notas ainda kkk), um inferno astral que não passava nunca e blábláblá. Não tive cabeça pra blog, já me dou por satisfeita por ainda saber meu próprio nome. 
Ok, exageros a parte... mesmo que ninguém volte para ver o que há neste blog ainda, acho que esse post vai ser muito mais pra mim mesma. Pra deixar registrado a conclusão deste ano peculiar. 

Não vou perder tempo falando de detalhes e de histórias que já passaram. Em resumo, esse ano minha paciência, resiliência, força, fé, caráter, etc, foram testados ao máximo. Ou pelo menos, é o que parecia para mim. Eu já falei muito de frustração neste post aqui. Mas o que eu senti esse ano foi mais do que frustração. Em muitos aspectos me senti um total fracasso. Aliás, por vários momentos achei que eu tinha enlouquecido de vez, para falar a verdade. Cheguei em um ponto em que tive que questionar tudo aquilo que eu mais tenho certeza. Foi basicamente um: "não é possível,  o que é que eu 'tô fazendo aqui?" Um: "Senhor, você está aí mesmo? Tem certeza?". Eu realmente não esperava ter esse tipo de dúvida ou sentimento. Felizmente, O Senhor teve a paciência de sempre, e foi ouvindo minhas perguntas, reclamações, choros, gritos, rebeldia, etc. Como sempre também, Ele usou a família, amigos, líderes, escrituras, sonhos, um ano de terapia, entre tantas outras coisas pra me mostrar que Ele estava ouvindo sim e me ajudando a me acalmar e encontrar meu caminho de novo e de novo e de novo. O Presidente Monson disse algo na última Conferência Geral que tem me ajudado muito: 

"A vida não é perfeita para ninguém, e às vezes os desafios e as dificuldades que enfrentamos podem tornar-se avassaladores, fazendo com que nossa luz enfraqueça. Contudo, com a ajuda de nosso Pai Celestial, aliada ao apoio de outras pessoas, podemos readquirir a luz que vai iluminar nosso próprio caminho novamente e prover a luz que outros podem precisar." 

Linda, não?! Pois é... Então há uns meses eu tenho me sentido melhor e colocando minha vida nos eixos de novo. Encerrei uns processos de "luto emocional" aí por algumas questões pessoais, aceitei o alívio de desapegar de várias coisas que estavam me fazendo mal e decidi que já estava na hora de ficar mais feliz hehe (como ouvi em um serão do acampamento deste ano e acho que até já compartilhei isso aqui:  "Pare de sentir pena de si mesma e siga em frente!"). 
Conforme o ano foi chegando ao fim (e pelo menos foi um ano que passou SUPER rápido), acho que também toda a ansiedade e estresse do fim da faculdade foram diminuindo e agora parece que 2015 já parou de me "surrar", então creio que estamos prontos pra fazer as pazes! 


(kkkkkk Já acabou, 2015?)
Um ano que começou tão incerto e continuou cada vez mais esquisito, mas que está acabando bem. 'Tô empolgada para 2016, para a vida pós-faculdade e pra todas as possibilidades que estão vindo por aí! E, pensando hoje em tudo que aconteceu este ano, na verdade teve MUITA coisa boa também. Aliás, acho que teve mais coisas boas do que ruins. E mesmo com o que foi mais difícil, eu aprendi demais. Sinto que me conheço muito melhor agora e consigo compreender algumas coisas que não entendia antes. Então tá aí uma lista de algumas das coisas pelas quais eu sou grata em 2015: 

  • Número 1, com certeza é terminar a faculdade! haha mas este assunto merece todo um post só dele. 
  • Apesar da crise, fui abençoada com trabalho, e agradeço ao Pai por não ter faltado nada pra mim e pra minha família. Deu pra gastar com terapia (necessária), cursos, viagens, roupa, Mary Kay e claro, comida (entenda-se por comida: gordices! - aliás, neste ano cheguei no maior peso que já tive na VIDA! kkkk mas continuo me sentindo bem comigo mesma e me perdôo por cada kilo adquirido. Eu sempre "stress eat" -comer porque está estressada; nos fins de semestre, imagina no fim da facul! Dá um desconto, né?! hehe Tudo bem, janeiro - o mês mundial do regime, já tá aí). obs: se alguém ficou curioso, o meu maior peso é 67 kg - e esse ano li em um diário velho um dia que eu fiquei horrorizada por ter chegado aos 63 kilos.. tá vendo, sempre pode piorar kkkk.
  • As pessoas com quem convivi no meu trabalho, alunos tão gente boa que tornaram meus dias muito mais alegres. Em especial minha companheirona na UNS, Camila, que se tornou uma amiga muito querida (embora seja uma das principais razões pra eu ter engordado este ano hahaha) e com certeza ela me ajudou a suportar toda a loucura da correria que foi esse ano. 
  • As viagens curtinhas, mas inesquecíveis, deste ano. Finalmente conheci Porto Alegre, Poços de Caldas e Santa Cruz do Rio Pardo, lugares que eu sempre quis conhecer. Também fui pra Santos e São Paulo, Ribeirão Preto e Rio Preto. Sempre passando o tempo com minha família, ou visitando amigos. O Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS em Porto Alegre me deixou com o maior orgulho de ter algo tão bacana no Brasil, assim como a Exposição do Castelo Rátimbum em São Paulo. Em Poços de Caldas descansei muito em dias tão gostosos num hotel fazenda que eu amei, além de aproveitar a culinária mineira - sensacional! Pude enfim conhecer a cidade em que meu pai nasceu, Santa Cruz - tenho um post preparado sobre isso também. 
  • Eu já postei aqui sobre minha ida pra São Paulo, na casa da Mar (aliás, outra coisa pela qual sou grata em 2015 - a Mar ter voltado pra Araraquara! hehe ainda precisamos aproveitar melhor, mas com ctz fico feliz que ela está mais perto), sou grata por isso.. e pensando no nosso grupinho de amigos, também sou grata pela nossa mana Pri e o cunhado querido Jão, terem se casado e eu ter tido a emoção de enfim visitar a casinha deles! Também reencontrei pessoas que conheci na missão, tive um domingo maravilhoso com a Marcinha e a família Luciano. Fui pra Registro também! Primeira vez, visitando meu tio Osvaldo e sua família, revendo minha prima xará,  conhecendo uma priminha nova, e enfim... encontrando muita gente querida! 
  • Além de visitar os amigos, também fui visitada. Também já postei (viu, esse blog não ficou tãoooo abandonado assim esse ano, vai!) sobre como significou muito pra mim quando a mana Renata veio me ver bem na semana que eu estava precisando tanto de um ombro amigo! Foi demais! 
  • Falando em visita, sou muito, muito, muuuito grata por ter tido 2 meses com a Tata e com a Sarinha! E, principalmente, por terem passado meu aniversário comigo (depois de 8 anos que eu não passo meu níver com ela). Eu sei que chamo várias amigas de "mana" hehe, mas minha prima é minha irmã meeesmo! Nós crescemos muito próximas, já moramos juntas, já fomos inseparáveis. Embora a gente seja completamente diferente uma da outra, temos sim nossas semelhanças, vai (nossas mães são gêmeas, pô hehe).  Ela foi a primeira amiga que eu tive na vida, como a gente diz, somos um pedacinho uma da outra. Nós curtimos, passeamos, viajamos, enfim... 2 meses pra matar um pouco as saudades. Maravilhoso. 
  • Meu aniversário também foi maravilhoso. Porque ela estava aqui, e por ter grande parte da nossa família comemorando comigo e porque foi um dia muito bom e pronto, simples assim hehe. 
  • Também esse ano sou muito grata por mais uma princesinha que nasceu em nossa família, a gordinha mais linda que vocês podem imaginar: Bianca!!! Um amorzinho de bebê, tão boazinha, tão sorridente! (com o sorriso banguela dela que eu ADOOOROOO! hehe). Também sou grata por ter estado junto com o meu primo Bruno e sua esposa Monique, na ultrassom que mostrou que eles teriam um menino! Foi tão emocionante!!! Muito emocionante também foi o batismo de mais uma "sobrinha", a Emília, minha linda. 

É, 2015 teve muitas emoções boas, tá vendo?! Sou grata por cada amigo que eu vi, reencontrei e por todos os momentos bons com amigos e com minha família adorada. 

É claro que a lista continua, mas eu ainda tenho outras coisas pra fazer hoje hehe Então quero deixar pelo menos essas expressões de gratidão registradas por enquanto. Para que 2015 saiba que eu não guardo mágoas e que ele pode ir embora em paz! Ainda vou postar esse ano, mas já fica aqui um pouco dessa retrospectiva pacífica de 2015 hehe 

Bom, ainda preciso mandar meu último trabalho, o relatório de estágio e trabalhar. Então não deu muito tempo e fazer uma retrospectiva caprichada, mas tá aí um vídeozinho (o primeiro que eu faço no iMovie, então não reparem a "qualidade" do serviço kkkk). As fotos não estão em ordem, não tem todo mundo nem todos os momentos aí... o critério foi mais ou menos esse: "que fotos estão fáceis de pegar aqui?". A música... também é a que tinha hahaha mas até que combina... shake it off!! 
(ps: o vício em risadinhas virtuais continua, como podem reparar no início do vídeo... hahaha -RÁ! 
ps2: a mensagem do fim é piadinha interna, que na minha edição amadora, aparece rápida demais na tela). 

FAIL - hahaha então, só consigo postar vídeo pelo youtube (que esse blogger é podre e não faz o upload dos vídeos direto do computador) então tive que trocar a música por um "shake it off cover podre"... que pena.. mas enfim! Vou deixar as duas tentativas aí...